Mateus Caldeira
Doutorado em sistemas distribuídos pela UFRJ. Doze anos escrevendo infraestrutura em fintechs latino-americanas. Coordenou times de plataforma no Mercado Livre e na Stone.
A Estrutura Aberta começou em maio de 2019 como um clube de leitura de código-fonte numa sala emprestada do IMPA. Sete anos depois, é uma escola técnica formal com 1.284 desenvolvedores formados em sete países da América Latina.
Começamos em 2019 com onze alunos numa sala da PUC-Rio, lendo o código-fonte do Redis em ciclos quinzenais. Em 2020, durante a pandemia, abrimos o currículo no GitHub sob licença CC-BY-SA. Em 2022, formalizamos a primeira coorte do programa Insignia. Em 2024, abrimos o segundo polo presencial em Pinheiros, São Paulo. Hoje somos uma cooperativa pedagógica com seis mentores ativos.
Em times de plataforma de Buenos Aires a Berlim.
Turmas concluídas no programa Insignia desde 2022.
Engenheiros sêniores em Mercado Livre, Stone, Nubank, Mailchimp, iFood e Caradigm.
Todo o material vive em repositório público no GitHub desde a primeira aula da escola.
Cada módulo começa abrindo um repositório real. Lemos commits, lemos issues, lemos os bugs que ainda estão em aberto. Slides só aparecem quando a abstração já foi destrinchada em código.
Quem ensina ainda escreve código que vai para produção em sistemas com tráfego real. Mentoria sem prática operacional vira folclore técnico em três anos.
Todo o material de aula vive num repositório público no GitHub. Pull requests de egressos são aceitos, revisados e incorporados a cada semestre.
Toda turma encerra com banca aberta. Egressos defendem o sistema construído diante de mentores convidados. As gravações ficam em arquivo público.
Vinte e oito vagas por cohort Insignia. Não escalamos a turma porque o trabalho de mentoria 1-a-1 não escala. Preferimos repetir o programa três vezes por ano.
Vinte por cento das vagas em cada cohort são reservadas a candidatas e candidatos com bolsa integral, financiada por egressos do programa que doam mensalmente desde 2021.
Doutorado em sistemas distribuídos pela UFRJ. Doze anos escrevendo infraestrutura em fintechs latino-americanas. Coordenou times de plataforma no Mercado Livre e na Stone.
Contribuidora ativa do subsistema de tracing do Linux desde 2018. Trabalha com observabilidade de produção no time de plataforma do iFood. Mantém o módulo de eBPF do currículo.
Engenheiro de redes na Caradigm. Mestrado em criptografia aplicada pela UNICAMP. Mantém o servidor HTTP/3 didático que os alunos estendem ao longo da trilha.
Staff engineer no Mercado Livre, time de Mensageria. Implementou consenso bizantino em produção em três sistemas distintos. Conduz os módulos finais da trilha SD.
Trabalha com toolchains LLVM no time de Mailchimp Brasil. Autor de uma linguagem funcional didática usada em três universidades brasileiras como base do curso de compiladores.
Engenheira principal no Nubank, time de Plataforma de Dados. Conduz os módulos de observabilidade, SRE e arquitetura de dados do programa Insignia.